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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Consumo consciente: uma atitude sustentável


“A humanidade já consome 25% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Se os padrões de consumo e produção se mantiverem no atual patamar, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas Terra para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos” Essa informação alarmante publicada no site geomundo.com.br, não é um dado duvidoso, basta olharmos para a quantidade de lixo jogado pelas ruas, além dos objetos inúteis acumulados em nossas casas.
Conquistamos, graças ao crescimento econômico do Brasil, um poder de compra que nossos pais e avós nunca tiveram! Se por um lado isso é bom e nos permite ter mais qualidade de vida, por outro lado exige de nós uma forma consciente de consumir!
Compramos alimentos em demasia que muitas vezes se perdem em nossas geladeiras, adquirimos objetos de plásticos que julgamos necessários e muitas vezes se tornam obsoletos, acumulamos roupas e sapatos que ficam guardados em algum lugar para algum dia... Se fizermos uma análise sincera, boa parte de tudo aquilo que julgamos indispensáveis para nossas vidas perdem o valor logo que estreamos! Condicionamos ao ato da compra um sentimento de felicidade tão passageiro quanto a utilidade do que adquirimos!
Portanto, o termo consumo consciente tem sido frequentemente abordado por instituições e ONGs preocupadas não só com o meio ambiente, mas com a economia global. Trata-se de uma forma de consumir que vai desde a escolha de uma marca que tem ações de menor impacto ao meio ambiente à escolha de embalagens que sejam recicláveis. Além disso, também faz parte do consumo consciente prolongar a vida útil do que se adquiriu, por meio de consertos, reciclagem, reuso ou descarte correto.
O que pode parecer difícil, nada mais que é uma observação diária do que consumimos! A internet pode ser uma grande aliada nessa busca consciente pelo consumo no momento que pesquisamos o que é falado sobre as marcas que usamos, onde existem pontos de coleta de reciclagem ou quais instituições aceitam objetos doados.
Na história da floresta que está em chamas, podemos ser cada um, pequenos beija-flores interessados em apagar o incêndio! Sites como da ONG Akatu http://www.akatu.org.br/, que trabalha pelo consumo consciente, ou ainda, uma pesquisa simples do termo no Google podem dar boas ideias e belas iniciativas!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Você é hands-on?

"Vi um anúncio de emprego. A vaga era de gestor de atendimento interno, nome que agora se dá à seção de serviços gerais.
E a empresa contratante exigia que os eventuais interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem hands on.Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía mesmo essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.Não que esse fosse algum exemplo absolutamente fora da realidade. Pelo contrário, ele é quase o paradigma dos anúncios de emprego atuais.. A abundância de candidatos está permitindo que as empresas levantem, cada vez mais, a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da superqualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, gerente da contabilidade.
Fabiana, eu quero três cópias deste relatório. 
In a hurry! 
Saúde. 
Não, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. o Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português? 
E eu sei lá? 
Dá para você tirar logo as cópias? 
O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática. 
Não, não. Cópias normais mesmo. 
Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos. 
Fabiana, desse jeito não vai dar! 
E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar. 
Como assim? 
É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético. 
Olha, neste momento, eu só preciso das três có... 
Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro... 
Futuro? Que futuro? 
É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada. 
Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada! 
Sei. 
Mas o senhor é hands on? 
Hã? 
Hands on. Mão na massa. 
Claro que sou! 
Então o senhor mesmo tira as cópias. o E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada. 


Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores. Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha.Admitimos um montão de gente superqualificada.E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado que chegasse de repente confundiria nossa salinha do café com o auditório da Fundação Alfred Nobel.Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas !Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou.Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van.E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha noções de informática e possuía energia e criatividade. Sem mencionar que estava fazendo pós-graduação.Só que não sabia nem abrir o capô.Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero.Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar.Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as empresas modernas torcem o nariz :O que é capaz de resolver, mas não de impressionar."


Max Gehringer-Colunista Revista

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A revolução das redes sociais

Censura às redes sociais na Inglaterra é criticada pelo mundo


A declaração de Cameron no Parlamento inglês a respeito da possibilidade de restrições às redes sociais e sistema de mensagens de celular, a fim de impedir que novas manifestações se propaguem pela web, foram criticadas por especialistas do mundo inteiro, informa a Agência O Globo.

Segundo os estudiosos, a medida, classificada como censura, não é condizente com a tradição histórica de liberdade de expressão no país, que promulgou a Magna Carta em 1215. "Sem dúvida que seria um contrassenso com a tradição histórica britânica", comenta o professor Williams Gonçalves, do curso de Relações Internacionais da Uerj. "Uma coisa é pôr ordem nas ruas, outra é coibir os meios de comunicação".

Quando os protestos no mundo árabe explodiram, que foram possíveis principalmente por causa da organização massiva realizada pelo Twitter e Facebook, o mundo ocidental, inclusive David Cameron, exaltaram a coragem dos árabes em confrontar a forte censura a que eram submetidos, e o poder de liberdade das mídias sociais. Agora, perante a ineficiência do governo britânico em conter as manifestações de jovens em violentos confrontos com a polícia, os parlamentares querem banir os "baderneiros" das redes e realizar "apagões" nos meios de comunicação.

O discurso de Cameron reverberou nas redes sociais, onde diversas personalidades e especialistas criticaram a posição britânica. "Se o Reino Unido limitar as mídias sociais para conter os distúrbios, então estaremos testemunhando um momento revelador para os regimes do Primeiro Mundo", tuitou o blogueiro egípcio Mahmoud Salem, conhecido como Sandmonkey. A pesquisadora da Universidade de New South Wales em Sydney, Kate Crawford, postou em sua página no Twitter: "Oh, Cameron, você sabe que bloquear as mídias sociais não deterá os distúrbios. Mas pode temporariamente interromper as críticas ao seu governo".

Fonte: http://migre.me/5tMAC

terça-feira, 28 de junho de 2011

Google lança o Google+, a resposta definitiva ao Facebook

O Google revelou hoje o Google+, o projeto ultra-secreto da empresa que transforma todos os produtos da Google em uma única enorme rede social. Esta é certamente a resposta definitiva ao Facebook.
Começando a ser liberado aos poucos para alguns seletos usuários a partir de hoje, o Google+ é resultado de um intensivo trabalho de 1 ano liderado por Vic Gundotra, o Vice-Presidente Sênior de Engenharia da companhia.
Como já foi dito, o Google+ abrigará todos os produtos da empresa em um único site. Graças a barra de navegação cinza no topo da página, o usuário terá a opção de acessar diversas opções do perfil do Google+, ver notificações à la Facebook e compartilhar instantaneamente qualquer conteúdo.
A primeira coisa que os usuários veem ao visitar o Google+ é o “Stream”, bem parecido com o “News Feed” do Facebook, que permite que os usuários compartilhem fotos, vídeos, links e sua localização com os amigos.
Você queria a resposta do Google ao Facebook? Aí está ela — infelizmente indisponível para o público geral.
O Google+ está em fase experimental.Neste momento, estamos testando o produto com um grupo pequeno de pessoas, mas em breve o Projeto Google+ estará disponível para todos. Deixe seu e-mail conosco e avisaremos você assim que convidarmos mais pessoas para participar.
Veja os principais recursos do Google+
Google+ Stream: é basicamente um Google Buzz, uma News Feed (Facebook) ou Timeline (Twitter). Ali que a gente compartilha nossos vídeos, fotos, localizações e tudo mais.
Google+ Profiles: é praticamente o novo Google Profile, com alguns dados pessoais e uma aba onde os usuários podem adicionar conteúdos de seus Google Buzz ou Google +1.
Google+ Circles: O foco da rede social não é compartilhar com um enorme grupo de amigos, mas sim com diversos grupos de amigos. Para isso, o Google criou o Circles, um sistema em HTML5 que possibilita arrastar e jogar seus amigos em diferentes círculos sociais.
Google+ Photos: O sistema de fotos é impecável e ainda conta com um editor de imagem à la Instagram, opções de privacidade e recursos de compartilhamento.
Google+ Hangouts: O “Hangouts” (“ponto de encontro”, em tradução livre) é o recurso de chat em grupo do Google. O conceito é diferente, porém promissor. Ao invés de chamar um amigo para uma videoconferência, os usuários clicam em “start a hangout”, e estão automaticamente em uma sala de bate-papo. Paralelamente, uma mensagem é enviada aos seus círculos sociais — quem quiser entrar, está convidado. O máximo de participantes em uma Hangout são 10 membros.
Google+ Sparks: é um sistema onde você procura o que quer e o Sparks envia o conteúdo que ele acha que você irá gostar. Sempre tem algo legal para ler, assistir ou compartilhar. Funciona como o sistema de recomendação do Google+.
Google+ Huddle: O Huddle é um recurso de mensagem de texto para o Circle. Toda a conversação vira um simples chat em grupo, então todos estarão na mesma página e podem opinar sobre o que querem fazer no final de semana, por exemplo.
Google+ Versão Móvel: A versão móvel do Google+ é simples e fácil de usar. Vem com 2 recursos únicos: o upload instantâneo de fotos e o Google+ Huddle. Em breve, o Google lançará um aplicativo completo para Android — quem sabe chega rapidamente ao iOS também.

Parceria com a Google facilita rotina de projeto de inclusão digital

O informativo é uma das ações de inclusão digital
Para quem convive em uma escola de informática e cidadania, sabe que internet lenta, arquivos pesados e alterações na aparência de computadores compartilhados são grandes dificultadores para o bom andamento das aulas.
Porém, um projeto de inclusão digital em BH, atende cerca de 400 pessoas por mês e oferece a cada uma delas, login e senha de acesso exclusivo, acesso a intranet, e-mail com endereço próprio e um ambiente onde se podem arquivar documentos particulares, tanto em espaço físico quanto em nuvens.
O nome desse projeto é CDI Comunidade (CDIc) AMEMIP, localizado na Escola Municipal Israel Pinheiro no bairro Alto Vera Cruz. Já a inovação realizada, foi feita graças a uma parceria da Prefeitura Municipal com a Google, que desenvolveu no espaço, o aplicativo Google Apps for Educattion, o que significa em tradução livre, aplicativos Google para educação.
O aplicativo exporta dados do sistema da escola para o serviço do Google, além de oferecer um conjunto gratuito e sem anúncios de ferramentas personalizáveis que permitem que professores, funcionários e estudantes trabalhem em grupo e aprendam de forma mais eficiente.
Cada aluno do CDIc acessa o computador com senha e login exclusivo, pode salvar arquivos em pastas particulares e acessar outros públicos para aprendizagem, sem que para isso, as máquinas fiquem carregadas de arquivos e lentas. Além disso, o aluno possui uma conta de e-mail com todos os aplicativos do Gmail e Google Docs, o que facilita a criação e compartilhamento de documentos.
Segundo o educador Bruno Neves, que participa do CDIc há quase 07 anos, a Escola Israel Pinheiro foi uma das primeiras escolas em BH a usar com sucesso o Google Apps. O educador relata que o uso do aplicativo melhorou muito o dia-a-dia das aulas de informática e cidadania.
Melhoria que pode ser percebida pelo número de cadastros de usuários com login e senhas no sistema. São cerca de 1800 usuários cadastrados, entre alunos, professores e funcionários da escola, além de pessoas da comunidade.
Graças a parceria, os alunos dos cursos de informática e cidadania não precisam mais usar nem pen drives e nem CDs, e aplicam no dia-a-dia, o compartilhamento rápido e colaborativo de documentos e informações.
Para saber mais sobre o Google Apps, acesse:

Texto: Cristiane Mendonça

segunda-feira, 13 de junho de 2011